Essa idéia não é minha, encontrei na revista da PUC enquanto esperava a filhota sair da aula...
Cenouras com creme de espinafre e frango:
½ kg de cenouras grandes
½ maço médio de espinafre
½ xícara de ricota picada
1 xícara (chá) de peito de frango cozido e desfiado, sem pele.
Lave e cozinhe as cenouras em 2L de água fervente, até ficarem macias, retire do fogo, escorrendo a água. Elimine as cascas e corte-as em 12 pedaços de 3cm de altura. Com a faca, retire a parte central das cenouras sem perfurá-las.
Refogue os talos mais macios e folhas do espinafre, até ficarem al dente; retire do fogo, esprema bem o espinafre e liquidifique com a ricota, o frango e os temperos desejados até obter um creme (patê).
Recheie as cenouras com creme.
E dá pra inventar mil sabores de patê pra comer com saladinhas, torradas, biscoitos... E fazer as crianças ingerirem vegetais sem nem sentirem!!!
Receita saudável
Haja grana! Santa pechincha!

"Em qualquer canto: miséria!"
(Foto: Marcelo Oliveira, Jornal Zero Hora)
Se em POA estava tinhoso de ver,não tinha como ser diferente: o ciclone passou pela terceira vez pela cidade litorânea onde meus sogros vivem. Segundo estimativas, mais de 600 casas ficaram destelhadas.
Embora tivéssemos planos de vir passar o sábado na praia, acabamos vindo mesmo é pra conferir como foi o estrago, já que ficaram sem tv, celular, telefone fixo, água e luz por algum tempo. As reportagens diziam que a coisa estava complicada, mas de perto fica ainda pior.
Dessa vez a prefeitura agiu rápida e incansavelmente, recolhendo desabrigados, ajudando a recolher escombros, enfim, dando um jeito, do jeito que deu...
Impossível não ser solidário ao ver tudo o que ficou de lembrança desse episódio: tristeza, saques, miséria, tentativas de arrumar os estragos com o tempo ruim, cheio de chuviscos, nuvens ameaçadoras e vento forte a atrapalhar.
O que de bom se colhe nesses momentos é a força que a união tem de tirar do chão quem está no fundo do poço, de fazer todos arregaçarem as mangas e recomeçarem, corajosamente em lugar de se entregarem ao desespero. Elas permaneceram, embora creia que tenham sentido um tremendo ímpeto de fugir.
Se as pessoas soubessem a potência que têm, usariam sua força para conquistar tantas outras coisas!
Esse valor espero conseguir transmitir aos meus filhos: garra. Chorar não é problema, já que lava a alma, alivia, mas ficar ancorado ao choro impede o crescimento.
Já tive momentos em que, desanimada, só conseguia chorar. Fiquei com pena de mim. Hoje, graças a Deus, me vejo diferente e encaro desafios duma outra maneira, mas esses dias de depressão não estão tão distantes assim.
Nos momentos em que estive com a alma machucada, também foi a solidariedade que me salvou. Mãe, marido, fiha, irmão foram meus alicerces, a base onde encontrei solidez pra me reerguer. E é assim que desejo ser pros meus filhos: firme.
Já que no momento pareço um cão correndo atrás do rabo com meus pensamentos, vou parar de viajar na maionese e brincar com meus pequenos!
Arrumando a casa do espírito
Desde a semana passada ando colocando em prática tudo aquilo que costumo prometer nas viradas de ano e não cumprir. Uma dessas coisas foi começar a fazer acontecer a associação de que faço parte, a AGADIM (http://www.agadim.org.br/). Ontem teve palestra muito boa, que organizamos bem despretensiosamente e foi maravilhosa, com uma profissional SHOW.
Outra coisa que fiz foi avaliar minha coluna pra ver se pára de doer e o médico me deixa fazer pilates com aparelhos, que estou doida pra voltar. Não por causa do verão, que não sou rata de praia, mas pelo bem-estar.Gosto de investir no espírito, mas também na casa que ele habita. Nesse percurso, além dos exames de ressonância magnética e radiografia requisitados, foi receitado um antiinflamatório poderoso, eficiente, mas que me deixou de presente uma belíssima gastrite.
Tusso como uma maluca, o dia inteiro, embora esteja utilizando, pra consertar o estrago, antiácido e bombas de prótons, ou seja, omeprazol. E torço pra parar essa sensação de que me lixaram por dentro. Porque até pra aproveitar o rico sono do meu pequeno pra tirar o atraso de descanso nesta tarde de muita chuva está complicado, então me dedido a digitalizar um relatório sobre células-tronco que tenho em mãos e que poderá ser útil pra quem visita o site da nossa associação...
Quero ver se além dessa coisa normal de fazer check up consigo colocar em dia meu fôlego, minha flexibilidade e consigo persistir, pois persistência em mim é uma coisa que não tem explicação; ela funciona apenas para algumas coisas. Disciplina talvez seja a chave para resolver esta questão.
Pra ti, meu amor...
Quer saber quando te olhei na piscina
Se apoiando com as mãos na borda
Fervendo a água que não era tão fria
E um azulejo se partiu
Porque a porta do nosso amor estava se abrindo
E os pés que irão por esse caminho
Vão terminar no altar
Eu só queria me casar
Com alguém igual a você
E alguém igual não há de ter
Então quero mudar de lugar
Eu quero estar no lugar
Da sala pra te receber
Na cor do esmalte que você vai escolher
Só para as unhas pintar
Quando é que você vai sacar
Que o vão que fazem suas mãos
É só porque você não está comigo?
Só é possível te amar...
Seus pés se espalham em fivela e sandália
E o chão se abre por dois sorrisos
Virão guiando o seu corpo que é praia
De um escândalo, charme macio
Que cor terá se derreter?
Que som os lábios vão lamber?
Vem me ensinar a falar
Vem me ensinar te comer
Na minha boca agora mora o teu sexo
É a vista que os meus olhos querem ter
Sem precisar procurar
Nem descansar e adormecer
Não quero acreditar que vou gastar desse modo a vida
Olhar pro sol, só ver janela e cortina
No meu coração fiz um lar
O meu coração é o teu lar
E de que me adianta tanta mobília
Se você não está comigo?
Só é possível te amar...
Escorre aos litros o amor
Porque você não está comigo?
Só é possível te amar
Ouve-se sinos, amor.


