Acho que essa música fala sobre paixão... concordam?
Qual preferem?
E essa sobre amor, toca o teu coração?
Existiriam outros clipes, mas esse me ocorreu hoje...
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Duelo Musical sobre paixão e amor!
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Opostos ou similares se atraem?
Acabei de voltar do posto de saúde, onde levamos as crianças pra vacinação. Ao sair de lá me peguei pensando algo que seguidamente me ocorre: será que realmente são os opostos que se atraem?
A pergunta pode parecer boba, mas quando éramos recém casadinhos, íamos fazer rancho (compras no supermercado) e ficavamos tentando adivinhar quem era o par de quem entre as frutas, verduras, carnes, pães... A gente tinha criatividade e tempo até pra isso, hehehe, dá até saudade!

O engraçado é que raramente a gente errava. Algo traduzia a afinidade entre pessoas que muitas vezes estavam em pontos diferentes e que revíamos do outro lado do supermercado. Então hoje, no posto de saúde, entre aqueles pais que se dividiam, assim como nós, entre a fila da vacina para prevenção da pólio e a da gripe A, fiquei analisando como casais que pareciam harmônicos ao meu olhar de leiga estavam até vestidos num mesmo estilo, mais esportivo, casual ou elegante.

Aí voltou a pergunta que não quer calar: quem atrai mais e em qual situação?
Fiquei pensando que na paixão, podem mesmo ser os opostos que atraiam, é uma coisa que só química, pele explica. Mas que para o amor se estabelecer, precisa haver pontos de contato, coincidências, ou se preferirem, semelhanças.
No início, achava que nós éramos muito diferentes. Com o tempo, já teve quem nos achasse parecidos como casal, até já pensaram que fôssemos irmãos (ah, isso nãããão!), mas vejo isso como sinal da proximidade que eu e o Alemão conquistamos.
Falando em proximidade... Ontem fui dormir fardada com lingerie que lembra a copa do mundo; hoje, já convidei pro maridão contar quantos corações estão vibrando por amor a ele (na lingerie que estou usando) num cartão que coloquei em cima do computador junto com uma cueca bonitona; mandei ver no bom gosto pra ele se produzir bem lindo com a roupa que ganhou de dia dos namorados. Não gastei os tubos, mas fiz bonito.
Ele chegou agora da sua ida às comrpar pra me presentear, vamos ver o que ele está aprontando agora? - Conto mais amanhã! De preferência livre das cólicas!
OBS: não matei um panda, urso polar nem foca da Groenlândia pra fazer casaco... é pelúcia mesmo, não pareço a louca do casaco branco???!!!
A pergunta pode parecer boba, mas quando éramos recém casadinhos, íamos fazer rancho (compras no supermercado) e ficavamos tentando adivinhar quem era o par de quem entre as frutas, verduras, carnes, pães... A gente tinha criatividade e tempo até pra isso, hehehe, dá até saudade!
O engraçado é que raramente a gente errava. Algo traduzia a afinidade entre pessoas que muitas vezes estavam em pontos diferentes e que revíamos do outro lado do supermercado. Então hoje, no posto de saúde, entre aqueles pais que se dividiam, assim como nós, entre a fila da vacina para prevenção da pólio e a da gripe A, fiquei analisando como casais que pareciam harmônicos ao meu olhar de leiga estavam até vestidos num mesmo estilo, mais esportivo, casual ou elegante.

Aí voltou a pergunta que não quer calar: quem atrai mais e em qual situação?
Fiquei pensando que na paixão, podem mesmo ser os opostos que atraiam, é uma coisa que só química, pele explica. Mas que para o amor se estabelecer, precisa haver pontos de contato, coincidências, ou se preferirem, semelhanças.
No início, achava que nós éramos muito diferentes. Com o tempo, já teve quem nos achasse parecidos como casal, até já pensaram que fôssemos irmãos (ah, isso nãããão!), mas vejo isso como sinal da proximidade que eu e o Alemão conquistamos.
Falando em proximidade... Ontem fui dormir fardada com lingerie que lembra a copa do mundo; hoje, já convidei pro maridão contar quantos corações estão vibrando por amor a ele (na lingerie que estou usando) num cartão que coloquei em cima do computador junto com uma cueca bonitona; mandei ver no bom gosto pra ele se produzir bem lindo com a roupa que ganhou de dia dos namorados. Não gastei os tubos, mas fiz bonito.
Ele chegou agora da sua ida às comrpar pra me presentear, vamos ver o que ele está aprontando agora? - Conto mais amanhã! De preferência livre das cólicas!
OBS: não matei um panda, urso polar nem foca da Groenlândia pra fazer casaco... é pelúcia mesmo, não pareço a louca do casaco branco???!!!
Por uma vida mais simples?

Andei lendo em vários lugares as "mais recentes" descobertas sobre amor e sexo. Bem, como me interessam os temas, fui a várias fontes que, caso lembre, darei crédito, com certeza.
Numa delas, falava-se sobre a complexidade do raciocínio de uma pessoa apaixonada, que leva a resolução de questões imediatas para a concretização do desejo urgente, ou seja, pra chegar ao sexo. Isso seria inerente ao ser humano em qualquer idade, fazendo com que tendamos a especialização, a ficarmos mais detalhistas e racionais. Por outro lado, quando se pensa em amor, o horizonte se amplia, os projetos são para longo prazo e mais abrangentes.
Ok, isso quem é adulto já sentiu na pele em algum momento e sabe o quanto a paixão é gostosa, cheia das suas taquicardias, ansiedades, adrenalina a correr pelo corpo e tudo o mais. O amor, então, se o relacionamento evolui a esse ponto, faz com que a agitação cesse, o organismo serene de modo a sentirmos conforto e prazer em hábitos e rotina, o que não caberia na paixão. Indo um pouco mais além, a paixão prima por um foco (único), que levaria ao colapso quem só vivesse essa fase de relacionamento por um período longo, pois o organismo chegaria à exaustão.
O amor, como diz a música da Rita Lee, "é um livro, sexo é esporte" - e acho que ela conseguiu traduzir muito bem o que li em revistas como Superinteressante e Vida Simples. Ele permite que se transfira e amplie os sentimentos bacanas a formação de redes afetivas, um verdadeiro ORKUT da vida real.
Só que o amor nos leva a nos enredarmos cada vez mais, nos envolvermos e aprofundarmos essas "teias", a sairmos da superficialidade e também a deixarmos de lado o egoísmo que o prazer imediato proporciona. O bem-estar d
o parceiro (e do casal, dos filhos), a capacidade de doação, o envolvimento demandam uma energia tão grande quanto a que disponibilizamos na paixão, mas é uma distribuição dessa energia. Talvez a palavra mais certa para tentar descrever algo tão bacana seja entrega. Talvez compaixão. Não sei se algo pode resumir a palavra amor em poucas palavras.
Afinal de contas, é mais simples viver em função apenas do tesão que outra pessoa te desperta? Ou simplifica a vida amar e ser correspondido, investir para que a rotina não transforme um casal de namorados em irmãos?
O que demanda mais empenho?
O que li numa das reportagens das revistas que citei diz que a criatividade fica a milhão com a paixão. A revista Nova e outras ditas femininas falam a cada novo mês que descobriram a maneira para manter a chama da paixão acesa e manda ver em receitas prontas que muitas de nós, mulheres, tentamos seguir, ávidas por emoções fortes que nos façam sentir praticamente adolescentes. Mas fico em dúvida, porque vivo neste meio cheio de amor que é a família, com o núcleo (filhos, marido, cachorros) e com o que alguns chamam de agregados (sogros, cunhados, sobrinhos, avós, tios, primos, amigos de infância...) e me sinto ainda mais desafiada a ser inovadora, a me modificar e a sair de mim para entender o ponto de vista dos outros. Saber que meu jeito de viver é imperfeito e que podem existir outros tão bons quanto esse, ou ainda muito melhores.
Será que tem como acertar em cheio quando falamos de relacionamentos?
Numa delas, falava-se sobre a complexidade do raciocínio de uma pessoa apaixonada, que leva a resolução de questões imediatas para a concretização do desejo urgente, ou seja, pra chegar ao sexo. Isso seria inerente ao ser humano em qualquer idade, fazendo com que tendamos a especialização, a ficarmos mais detalhistas e racionais. Por outro lado, quando se pensa em amor, o horizonte se amplia, os projetos são para longo prazo e mais abrangentes.
Ok, isso quem é adulto já sentiu na pele em algum momento e sabe o quanto a paixão é gostosa, cheia das suas taquicardias, ansiedades, adrenalina a correr pelo corpo e tudo o mais. O amor, então, se o relacionamento evolui a esse ponto, faz com que a agitação cesse, o organismo serene de modo a sentirmos conforto e prazer em hábitos e rotina, o que não caberia na paixão. Indo um pouco mais além, a paixão prima por um foco (único), que levaria ao colapso quem só vivesse essa fase de relacionamento por um período longo, pois o organismo chegaria à exaustão.
O amor, como diz a música da Rita Lee, "é um livro, sexo é esporte" - e acho que ela conseguiu traduzir muito bem o que li em revistas como Superinteressante e Vida Simples. Ele permite que se transfira e amplie os sentimentos bacanas a formação de redes afetivas, um verdadeiro ORKUT da vida real.
Só que o amor nos leva a nos enredarmos cada vez mais, nos envolvermos e aprofundarmos essas "teias", a sairmos da superficialidade e também a deixarmos de lado o egoísmo que o prazer imediato proporciona. O bem-estar d
o parceiro (e do casal, dos filhos), a capacidade de doação, o envolvimento demandam uma energia tão grande quanto a que disponibilizamos na paixão, mas é uma distribuição dessa energia. Talvez a palavra mais certa para tentar descrever algo tão bacana seja entrega. Talvez compaixão. Não sei se algo pode resumir a palavra amor em poucas palavras.Afinal de contas, é mais simples viver em função apenas do tesão que outra pessoa te desperta? Ou simplifica a vida amar e ser correspondido, investir para que a rotina não transforme um casal de namorados em irmãos?
O que demanda mais empenho?
O que li numa das reportagens das revistas que citei diz que a criatividade fica a milhão com a paixão. A revista Nova e outras ditas femininas falam a cada novo mês que descobriram a maneira para manter a chama da paixão acesa e manda ver em receitas prontas que muitas de nós, mulheres, tentamos seguir, ávidas por emoções fortes que nos façam sentir praticamente adolescentes. Mas fico em dúvida, porque vivo neste meio cheio de amor que é a família, com o núcleo (filhos, marido, cachorros) e com o que alguns chamam de agregados (sogros, cunhados, sobrinhos, avós, tios, primos, amigos de infância...) e me sinto ainda mais desafiada a ser inovadora, a me modificar e a sair de mim para entender o ponto de vista dos outros. Saber que meu jeito de viver é imperfeito e que podem existir outros tão bons quanto esse, ou ainda muito melhores.
Será que tem como acertar em cheio quando falamos de relacionamentos?
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