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57ª Feira do Livro de Porto Alegre

E aí que o dia de finados foi lindo... Acho que o nome do feriado de finados deveria mudar. Não querem mudar o dia do Halloween para Dia do Saci? Então sugiro que alterem o dia de finados para dia de todos os apaixonados pela vida!


Respeito a tradição de relembrarmos os nossos antepassados e entes queridos que desencarnaram, mas o cultivo de uma tristeza ou de uma melancolia com data programada sempre achei um exagero. Sou a favor das demonstrações afetivas em vida. E orações sempre, para quem não temos mais em nosso convívio. 




Dinda Lu e o Guri da Unha Azul
Por isso hoje nosso dia foi programado para estarmos juntos, em convívio com pessoas queridas. Começamos esse dia ensolarado nos curtindo em casa, brincando de fazer diferentes chocalhos com alimentos (milho, feijão e arroz) e comparando sons. As crianças queriam brincar por aqui, pois estava meio friozinho e queriam também desenhar.




Depois um churrasquinho com uma amiga que posso dizer que é uma irmã caçula. Fomos conhecer sua casa e estavam também os padrinhos do Caio e o esposo da aniversariante. Muita conversa, risadas... e o sol convidativo foi tratando de nos chamar para algo que nós não queríamos perder: a 57ª Feira do Livro de Porto Alegre.




A vista é linda do Cais do Porto!


   





A programação é intensa e as opções são muitas: oficinas, palestras, sessões de autógrafos, apresentações de alunos, distribuição de livros, stand dos menores livros do mundo etc. Ainda bem que há mais de uma semana para podermos aproveitar tudo que ela oferece!


Menores Livros do Mundo



Tivemos a felicidade de chegar no fim da tarde, perto das 18hs, então boa parte das 200 mil pessoas que se calcula que tenham passado pela feira já tinham ido embora, nos dando um bocado de espaço para percorrer a área a que hoje nos dedicamos: o setor Infantil e Juvenil.


A Antiga Alfândega é agora
um dos locais que abrigam a Feira do Livro


Tinha de tudo no Cais do Porto, onde fica esse setor específico: homem com cabeça de abóbora (sim, Halloween nem esfriou ainda!), Alice (sim, a do País das Maravilhas), a Princesa e o Sapo todos caminhando e confraternizando entre si e com os transeuntes. Tinha contação de histórias, tinha ofertas e outros livros nem tão em conta assim... Mas a feira, que está perto de se tornar uma sexagenária, continua produzindo coisas lindas e divulgando projetos interessantes, alguns sofisticados mas outros que nos fazem pensar em como não se faz muitos mais como os que estão sendo exibidos, de tão simples que são. A Larissa foi presenteada, no stand da Secretaria de Educação, com um livro de textos produzidos por crianças do ensino fundamental em escolas públicas. Mas tinha também literatura de cordel sendo apresentada.


Intimidade com os livros:
a gente vê por aqui!


Nesse mesmo stand havia também um outro projeto em evidência: valorização de produções e cultura dos idosos. Isso é uma coisa de que pouco se fala, talvez só me lembre de algo "grande" naquela campanha que passava na TV, dos "talentos da maturidade".  Esse é um tema sobre o qual não discorro neste momento, mas que não vou esquecer. 



Projeto de valorização da terceira idade


Nossos pequenos aproveitaram bastante e o consumismo dos nossos ávidos leitores dava a impressão de que não haveria dinheiro suficiente para tudo. Então foi momento de aprendizado para todos nós, pais que precisamos dizer não em alguns momentos e nos segurarmos também porque eles, os filhos, sabem do nosso gosto por investir nos livros, mas também precisam entender que temos outras prioridades. E nós compramos 5 bons livros mais 1 gibi da Turma da Mônica Jovem!


Essa fotografia tem autorização da escritora
Léia Cassol para ser divulgada
Assim fica ainda mais divertido ler!
Mas o ápice do nosso pôr-do-sol às margens do Rio Guaiba foi um encontro inesperado. Lalá estava do outro lado do setor quando eu estava garimpando um livro que enviamos para uma experiência de compartilhar leituras e nunca retornou, quando me dei conta de quem estava diante de mim: a autora Léia Cassol, que a Lalá ADORA! Ela tem os livros Homero, Um Passarinho Chamado Mário,  e vários outros, mas os que ela ama são os das Bruxas Merreca e Zamya! E hoje a própria autora, além de autografar o livro "resgatado", contou a história do Aniversário da Bruxa Kika cantando um rock! Imaginam a emoção? 





Não é que a tia Gi fez a Léia igualzinha?
Tem um detalhe ainda tão saboroso quanto esse nesse encontro: olha só as ilustrações da nossa amigona Gisele, do Kidsindoors ao nosso alcance!


Manipular e poder escolher desde cedo:
formação de um público leitor


O Caio já adora nossos momentos de contação de histórias ou em que ele mesmo tenta nos contar suas versões de fatos ou de livros que escolhe, mas acho que é válido indicar para as amigas que querem um auxílio para os momentos de pouca criatividade os kits de leitura em que há um livro (claro), o cenário e os personagens, que podem ser animais, veículos etc. Como o Caio fala demais em meios de transporte, dessa vez trouxemos animais, outro tema pelo qual ele se interessa bastante. Nesse kit há sugestões de atividades, como perguntinhas e música para cantarmos com as crianças. Imaginam se ele curtiu?  




Óbvio, logo entrou em cena um
 Relâmpago McQueen para interagir!


Nosso dia foi realmente muito especial... E esse post foi escrito para estimular que quem puder, prestigie esse evento, pois ainda muita coisa está por vir e não tem que pagar ingresso para poder participar. Além disso, bem pertinho dali continua acontecendo a Bienal do Mercosul e há vários museus no nosso centro da cidade, prédios históricos que estão sendo preservados... E quem não tem o hábito de fazer programas culturais vai se surpreender com o quanto eles são interessantes, divertidos e nos enriquecem!


E para retomarmos as atividades após o feriado, umas palavras do Mário Quintana que estampavam o stand do Fundo Nacional da Educação:



Retomando o tema, a pedidos: brechós infantis

Como já disse em outros dois momentos, adoro um brechó infantil. Acho que lá encontro roupas de qualidade, calçados macios e seguros, por preços mais honestos que os praticados em muitas lojas. Também há brinquedos e acessórios úteis, que muitas vezes nem chegaram a ser aproveitados.

Por isso, atendendo a pedidos, aqui estão os brechós que descobri em Porto Alegre. Alguns deles já visitei, ou tenho amigas que o fizeram, por isso tenho mais informações. No interior do estado confesso que não conheço nenhum! Quem quiser adicionar dicas, por favor, faça a mão nos comentários e eu vou complementando o post e dando o crédito.

Imagem: http://www.adoletabrecho.com.br
Bazar das Mamães - Brechó virtual.     

De Galho em Galho -  R. Almirante Delamare, 216/loja 02 - Tristeza. Fone: 51 3516 19 67. Trabalha com marcas famosas e roupas ecológicas, hipoalergênicas.

Passa Passará - Fica na galeria 5ª Avenida Center: Rua Mostardeiro, 120/loja 17 - Independencia. Os dias de avaliação de materiais são 3ª, 5ª e sábado. Fone: 51 3264 22 34. Tem também outlet. Convênio com estacionamento e gratuidade na 1ª hora.

Mamãe Eu Cresci - Trabalha com roupas de 0 a 4 anos. Brechó virtual. No blog não constava fone para contato.

João e Maria - Praça Menino Deus, 73 - Menino Deus, ao lado do colégio Menino Deus. Trabalha com roupas até 16 anos. Fone: 9378 53 70.

Básico Bebê - atendimento em casa, pois não tem endereço fixo. Contatos com Cris Gigante 51 9114 19 20 e Jussara Gigante 51  9152 74 43; informação que peguei na revista Crescer.

Nelly Poppe - General João Telles, 529. Fone: 51 3265 11 13. 

Penélope Charmosa -Av Juca Batista, 1125 - Ipanema. Fone: 51 3346 22 13.

Chic Mania - Rua 24 de outubro 650/sala 306

Cambalhota Brechozinho - Brechó virtual.

Estrelinhas - Avenida Plínio Brasil Milano, 340 - Auxiliadora. Fone: 51 3907 07 00.

Rato Roeu - Avenida Benjamin Constant, 19/loja 33 - Ao lado do Bourbon Assis Brasil. Fone 51 3019 78 08.

Sim Salabim - Rua da Gávea, 351/loja 02 - Centro Comercial Ipanema. Fone: (51) 3261 59 61.

Cirandinha -  Avenida Protásio Alves, 776 - estamos aguardando contato para poder passar o número de telefone.

 


Histórias de Porto Alegre

Conforme prometido, o próximo post é mesmo sobre história do centro de Porto Alegre. Andei pesquisando algumas coisas na internet e em livros que meus pais têm em casa.

Tem tanto pra se contar, muitos fatos e histórias, mas aí ficaria uma lista telefônica de tão grande, então vou colocar fotos que tiramos no sábado e comentar alguns tópicos. Vão entrando aos pouquinhos... paciência com essa pessoa que voz escreve, por favor!!! A blogueira vai agora ao oftalmo e periga voltar com pupilas dilatadas!!!

Vista de frente



Vista de "costas"



Palácio da Justiça visto da Praça da Matriz




Detalhe da fachada do Palácio Piratini



Palácio Piratini, sede do governo estadual


Como diz a placa, esse prédio tem história




Esta já foi a sede do governo da província


Fachada da Assembléia Legislativa: quem preserva sua história pode escrever um futuro bacana


Rampa da Assembléia: fica lotada quando tem apresentações culturais


"Dez vidas eu tivesse, dez vidas eu daria" (Tiradentes)
Aqui estão algumas publicações interessantes pra quem gosta de saber mais sobre a cidade e não se importa de ler na internet ou imprimir:


Esse do LFV vale a pena manusear!




História de Porto Alegre (roteiros com guia)

Feira do Livro de Porto Alegre (o evento mais esperado do ano!)




Esse a criançada curte aqui em casa!
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Gente amiga, cheguei do oftalmo com muita dor de cabeça e cansaço. Desejo compartilhar várias coisas da minha amada Porto Alegre e acho que daria muitos e lindos posts. O projeto de apresentar a capital dos gaúchos está apenas começando!

Vou acabar postando sobre as histórias da cidade em breve, promessa não é dúvida!!!

Deixo esse vídeo pras amigas gaúchas que vivem fora do RS, como a Aline Dexheimer, a Karina Barum, a Paola Deodoro, a Lisiane Marques, a Ana Cadore e tantas outras um vídeo que tem uma música que nós adoramos cantar. Ela faz o maior sucesso por aqui, mas vai dar um gostinho de estar na cidade conosco porque mostra muitos locais conhecidos no clipe:



Final de semana atípico: do silêncio, da mania e dos agitos culturais

Final de semana atípico. Crianças foram com o papai pra praia, casa praticamente silenciosa.  Acordei ao meio dia (!!!). Nada de TV nem rádio ligados e isso aconteceu sem me dar conta. O silêncio ficou meu companheiro.

O computador, claro, esse eu não larguei. E Patrick e Bob Esponja (se não toca o interfone) costumam ser tranqüilos. Assim o dia foi passando e eu me envolvendo com estar comigo mesma, escolhendo o programa cultural do dia. Com o Porto Verão Alegre acontecendo, imagina se a vontade de assistir todas as peças não estava agitando minhas mitocôndrias?




Mitocôndria em microscopia eletrônica by http://www.brasilescola.com

Pois é, mas ao mesmo tempo, uma vontade de continuar curtindo o estar quase sozinha fui crescendo e aí vieram as dúvidas: tem Inimigas Íntimas, que estou doida pra ver no teatro, tem uma porção de filmes... mas quase todos não teriam graça sem a companhia do Alemão, porque cinema é nosso programa. Tem Rede Social (mas acho que primeiro vamos terminar de ler o livro), O Garoto de Liverpool, De Pernas pro Ar, Biutiful...


Aí lembrei que tem Homens de Perto, Comédia dos Erros (muito premiada), tantas opções... No fim, passei o dia entre tweets - facebook, sorry, era dia de protesto contra tirar as imagens de mães amamentando, porque não tem nada de anormal nem erótico nisso - e distribuição da feijoada do maridão,  passeios com os cães nas tréguas da chuva...


Enrolei, enrolei e acabei me decidindo: vou prestigiar a ex-colega de Biologia que está arrasando no palco. Fernanda Carvalho Leite é o nome dela. Ela é linda e muito talentosa. Junte-se a isso um texto muito bem feito e outra atriz que consegue se transformar inclusive fisicamente em muitas pessoas em questão de segundos: Ingra Liberato. Jesus!!! A peça é um arraso!!!


Eram mais de 22h30min quando saí do teatro. Confesso que a vontade era de dirigir muitas milhas e chegar ao Farol da Solidão. Sim, porque eu estava sozinha, mas não me sentia solitária. Descobri que apesar de estar em plena fase de mania (a madrugada foi de intensa limpeza nos brinquedos do Caio e arrumações... abafa), estava sendo boa companhia para mim mesma. Não tinha raiva, angústia, depressão. Tinha Deus bem forte dentro de mim. Tinha paz e sossego. Me sentia aconchegada.


Ao chegar em casa, jantei, fiquei sabendo dos piás e do marido, desci com Patrick e Bob Esponja pro xixizão noturno - nada de preguiça pra não ter acidentes escatológicos em casa! - e aí baixou o caboclo da organização. O meu caboclo devia ter cheirado talco Alma de Flores, Cashmere Bouquet ou Vinólia vencido, claro, porque o processo todo foi meio assim: ia ao quarto colocar os brinquedos que descobri embaixo do sofá, aí lembrava que tinha roupas do Caio numa sacola pra passar adiante, daí chegava até a cozinha pra limpar  alguma coisa, pra de repente lembrar que tinha umas coisas pra fazer a rifa que logo mais vai acontecer aqui, pra ajudar o pessoal de Santa Catarina, que, gente, mais um ano está padecendo com o descaso das autoridades e está desabrigado. 

www.memphisbr.com
http://carissimascatrevagens.blogspot.com















Depois voltei pro quarto do Caio, pro depósito, pra sala, bem... sempre tem algo pra fazer nessa arrumação meio caótica minha.


E assim foi até 4h15min quando me dei conta de que estava envesgando ao tentar responder e-mails e posts do facebook e tweets também.


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Acordei eram 10h15min. Estranhei. Cedo pra quem tinha dormido tão tarde.


Chuva. Humpf... meus planos de fotografar a cidade pra mostrar a vocês literalmente foram por água abaixo. Mas aí meu dindão postou no FB um vídeo lindo, que me fez chorar, por tudo. As imagens mostram locais turísticos/históricos de Porto Alegre, mas a música, que é praticamente um hino da nossa capital, me traz muitas lembranças. De infância, adolescência, de uma peça de teatro que fala da ditadura e se chama Bailei na Curva (de onde a música saiu) - claro que quero rever! - e dos tempos em que fazia teatro também.


Quis compartilhar. Espero que curtam tanto quanto eu! Feliz domingo! Vou voltar ao meu silêncio!




Programa de meninas!

Ah, como sinto saudades do Clube da Luluzinha, o famoso happy-hour que fazíamos no Barbacoa do Shopping Morumbi de tempos em tempos! Chris, Rosi, Marjory, Rosângela - acho que a Lu só nos deixou esperando, mesmo.

Aqui em POA, não tinha ainda um grupo como esse, que fielmente se encontrasse pra falar de todos e nenhum assunto, rir, desabafar, fofocar, puxar as orelhas umas das outras e... no meio de todo esse falatório cruzado, lembrarmos que somos gente, que não vivemos apenas pra correr atrás da máquina. Nós formávamos um grupo incrível e nem sei se tínhamos noção de quão bacana era pertencer a esse grupo.

Uma vez meu marido chegou mais cedo pro cinema e tentou participar da conversa. Foi devidamente vaado e malhado. O grupo era só de mulheres e não admitíamos penetras! Hehehe!

Já faz quase 4 anos que retornei de São Paulo e ainda não tinha um grupo parecido. Eventualmente encontrava com uma amiga tão bacana quanto a outra e tinha uma imensa vontade de que elas se conhecessem e que a empatia acontecesse.

Pois hoje aconteceu e foi tão bacana!!! Simples e muito especial. Uma sexta-feira em que coincidiu que duas das minhas amigas mais chegadas pudessem estar no mesmo local, no mesmo horário. Tínha em mente tentar fazer o máximo de coisas no mesmo bairro, já que otimizar faz parte da vida atualmente... E foi muito melhor do que otimizar, foi pura diversão!

Pois nós fomos almoçar num restaurante que não conhecia, o Delícia Natural, que fica numa região considerada nobre dentro de Porto Alegre, o bairro Moinhos de Vento, mas que leva em consideração o fato de que tem muita gente trabalhando por lá. Portanto, cobra um preço honesto: buffet completo com sucos à vontade, valendo o mesmo para as diversas sobremesas, de segunda a sexta, por R$14,00. Se não me engano, aos sábados custa R$16,00.

Saindo de lá, a Angélica nos convidou para conhecer um brechó que tinha adorado quando passou a trabalho por ele e acabou virando fã; chama-se Nossa Senhora das Maravilhas - que nome!!! Combina muito com o lugar!

Voltamos a ser crianças trocando de roupas como a Larissa faz quando está com as amigas; não somos do tempo em que se vestir de Cinderela, Barbie, Rapunzel eram coisas fáceis  de  acontecer, porque aqui nem havia variedade e se vestir de prenda ou de caipira já era bacana pra chuchu (!) - já disse que vi minha fantasia dos sonhos, de Dick Vigarista ali pertinho?! - e nós experimentamos muita roupa, brincamos com aquilo que jamais usaríamos, enfim, foi nossa brincadeira de meninas. - Faland nisso, tem umas fotos ótimas do aniversário de 3 anos da Larissa, com as amiguinhas fantasiadas... Em que pasta coloquei???

Me senti numa viagem no tempo, ao mesmo tempo em que éramos meninas, falávamos de assuntos de mulheres, como carreira, casamento, filhos, mas acho que foi uma verdadeira terapia ter estado com as minhas amigas "Charlie's Angels" no brechó da Ângela. Tenho de admitir que os preços são daqueles perigosíssimos de tão bons, porque quem está em fase maniática da bipolaridade periga se empolgar comprando, comprando, comprando... Mas eu me contive, juro! Rsrsrs!

Claro, passei por lojas em liquidação e tem cada coisa tentadora por lá, o bairro é muito rico em tentações... mas juro que os delírios de consumo de Becky Bloom não passam nem perto. Só que da fantasia do Dick, jamais vou esquecer! Porque quero fazer uma festa à fantasia pra comemorar os 36 anos!!!   
Depois de um encontro tão bacana - e não registrado fotograficamente - fui pra minha consulta na dermatologista e fazer a entrega de donativos no estacionamento do Theatro São Pedro. E já garanti antecipado nosso ingresso pro namorico de sexta-feira que vem: Tangos e Tragédias, que será só o começo do próximo final de semana!!!

 http://fantasyfantasiasrj.blogspot.com
Meu fds sem filhos nem marido, que estão na praia curtindo vovó e vovô, começou muito, muito bem! Acho que agora consigo retomar a idéia de divulgar a minha cidade em blogagem coletiva quem faz um bom tempo que propus aqui no blog.

Algumas dicas para curtir as férias Infantis em Porto Alegre

Gente boa, férias, calor, animação, crianças cheias de energia e... O que fazer com elas, que ficam entediadas tão facilmente e não desejamos que cresçam na frente da TV, do videogame e do computador apenas?
Atendendo a pedidos que chegaram por e-mail, aqui vão algumas das dicas culturais pra criançada curtir a valer as férias de verão - que aqui no RS vão até pelo menos o meio do mês de fevereiro:

* Casa de Cultura Mário Quintana: Rua dos Andradas, 736 - Bairro: Centro
Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Tel: (51) 3221.7147

* Território Infantil:
2ª FEIRA – 9H 30MIN ÀS 11H 30MIN - OFICINA DE ARTES: 5 A 8 ANOS
17/jan – Gravura em Isopor
24/jan – Massa de modelar
31/jan - Cataventos

3ª FEIRA – 14H ÀS 16H - OFICINA DE RECICLAGEM: 5 A 8 ANOS
11/jan – Animais marinhos de sucatas
18/jan – fantoches de rolos de papel
25/jan – robôs de sucatas

4ª FEIRA – 14H ÀS 16H - OFICINA DE ORIGAMI: 5 A 8 ANOS
Serão propostos exercícios de dobraduras ...

O PAPEL DOBRADO
R EVELA ENGENHO E ARTE
I NCENTIVANDO A CRIATIVIDADE
G ERANDO CURIOSIDADE
A LÉM DE FIGURAS MODELADAS
M AIS QUE SUA FEITURA
I LUSTRA A GENIALIDADE
  
5ª FEIRA – 9H 30MIN ÀS 11H 30MIN - OFICINA DE TEATRO:  5 A 8 ANOS
13/jan - Expressão corporal através de estímulos musicais: canções de roda, brincadeiras e desenvolvimento expressivo.
20/jan - Da imaginação ao faz-de-conta: a criação teatral a partir do lúdico.
27/jan - Teatro de Bonecos: confecção e teatralização.

5ª FEIRA – 14H ÀS 16H - OFICINA DE LITERATURA PARA CRIANÇAS:   3 A 8 ANOS
13/jan – Brincando com os Vilões (bruxa, lobo mau, fantasma, vampiros, piratas, etc)
– a partir dos clássicos: Os Três Porquinhos e Peter Pan
20/jan – Brincando com os Medos (escuro, monstros, solidão, animais, separação dos pais, perdas, etc.)
– a partir dos clássicos: “João e Maria” e “A Bela e a Fera”
27/jan – Brincando com Seres Mágicos (fadas, duendes, gnomos, gênios, magos, etc)
– a partir dos clássicos:  “Cinderela” e “Aladim”
Haverão dois momentos na oficina: no primeiro,  a construção de uma história a partir da contação de um clássico da Literatura Infantil; no segundo momento, a construção de uma história a partir de brinquedos do Território Infantil (dominó de bichos, bonecos articulados, fantoches, “era uma vez ...”, fazenda, curral, cercado de ovelhinhas, etc.)

3ª FEIRA – 9H 30MIN ÀS 11H 30MIN - OFICINA DE ARTES: 3 A 5 ANOS
11/jan – criação de animais marinhos a partir de sucatas
18/jan – carimbos com texturas carimbáveis
25/jan – pintura com massinha “eu e meus brinquedos” a partir da obra “Meninos Brincando” de Cândido Portinari

4ª FEIRA – DAS 9H 30MIN ÀS 11H 30MIN - OFICINA DE INGLÊS: 3 A 5 ANOS
Serão trabalhados conteúdos básicos do idioma, tais como: números, cores, animais, objetos, brinquedos, alimentos, vestuário etc, tudo contextualizado na vida prática das crianças.
As oficinas utilizarão recursos de jogos, brincadeiras, dramatização, música e livros.

* Exposição
Era Uma Vez um Desenho - Fotografia

De 20/11 a 20/01 - Ter, Qua, Qui, Sex, Sab e Dom
Horário: de ter a sex, das 10h às 19h; sab, das 10h às 20h; dom, das 10h às 18h
Gratuito

Fundação Ecarta
Av. João Pessoa - 943
Farroupilha
Fone: 4009-2970

A mostra, que conta com curadoria de Gabriela Motta, traz trabalhos de artistas ligados ao desenho enquanto estrutura de pensamento. Na galeria estão obras de Elida Tessler, Fernando Lindote, Gisela Waetge, Jailton Moreira e Maria Lucia Cattani.

* Teatro
Chapeuzinho Vermelho - Infantil

De 08/01 a 30/01 - Sab e Dom
Horário: às 18h
Preço: R$15,00 - $

Centro Cultural Zé Rodrigues
R. Paulo Setúbal - 117
Passo D'areia
Fone: 3337-0933

A montagem conta a clássica história da Chapeuzinho Vermelho.
Com direção de Zé Rodrigues, o espetáculo fala da jovem que vai levar doces para sua vovó no meio da floresta. No caminho ela se depara com o maléfico Lobo Mau, que tenta impedi - lá de chegar ao seu objetivo.
Direção: Zé Rodrigues
Elenco: Fernanda de Abreu, Luan Pacheco, Fernando Rodrigues e Dani Terres
Classificação etária: Livre
 
As Aventuras do Timão e Pumba - Infantil

De 08/01 a 27/02 - Sab e Dom
Horário: às 17h
Preço: R$15,00 - $

Centro Cultural Zé Rodrigues
R. Paulo Setúbal - 117
Passo D'areia
Fone: 3337-0933

Adaptação do desenho para o teatro, o espetáculo traz a história de Timão e Pumba, dois grandes amigos.
Com muita aventura, a peça fala sobre a importância da amizade verdadeira, mostrando que algumas desavenças dos dois amigos , não destroem essa amizade verdadeira.
Direção: Zé Rodrigues
Elenco: Zé Rodrigues e Fernando Rodrigues

* Linha Turismo - Passeio por Porto Alegre com guia, em ônibus de 2 andares
O ônibus percorre os principais pontos turísticos da capital gaúcha.
Horários de verão: 10h30min, 13h30min, 15hs, 16h30min e 18hs
Endereço: Largo Zumbi dos Palmares - Antiga EPATUR
Fone para marcação: 0800-517-686

Imagem: http://www.tgonline.com.br/









 

 
 

 

 


Ôô feriado...

Hoje é feriado e tá todo mundo dando graças, mas muitos sem nem saber o motivo de fazermos essa pausa prolongada e termos direito a um descanso (teoricamente). Um amigo do Alemão tuitou um questionamento: "hoje é o dia em que visitamos os mortos com flores nas mãos?" ou algo parecido.

Claro, pra quem se interessa pelo tema, hoje celebramos a ressurreição de Cristo. Eu acredito nEle e na continuidade da vida por muitos motivos, mas nesse momento eu penso a respeito da vida num dia de descanso em Porto Alegre.

Portinho é minha cidade amada e ela é um lugar muito peculiar, ficando rapidamente com tamanho de metrópole, mas mantém um ritmo de pequenópole. Por exemplo, agora mesmo estive levando os guris pra xixizar as flores e gramados alheios, recolhia os cocôs e pensei: na praça aqui atrás do prédio rolava um futebol de várzea tinhoso de bom, com platéia cativa e até os garis (coitados, trabalhando no feriado) pararam de varrer as folhas de plátano para prestigiar o esporte preferido da cidade. O futebol aqui agita as pessoas em qualquer estação ou temperatura, gerando desde o churrasquinho de gato até associações que postam em blogs os melhores momentos da partida.

Também vi o sol que convidou uma galera a chimarrear e lagartear, a ponto de os brigadianos participarem da atividade em trio, faceiros e em posição de sentido, uma cena bem engraçada de se ver.

Dentro de casa, pelo contrário, está friozinho e convida a uma espreguiçada no sofá, com pipoca, chocolate quente ou um chá de laranjeira pra repôr as energias e o sono perdido ao longo dos meses.

Nós aqui, optamos por fazer um ritmo meio de feriado, ainda que estejamos sem patrões e por isso mesmo sem opção: se não trabalharmos, não seremos demitidos, mas o serviço acumulará e ninguém fará por nós. Daí tem trabalho intercalado com preguiça, com Larissa dançando "Lua de Cristal" e outras músicas da seleção que a turminha da escola fez. Caio continua tomando água dos cachorros com a colher de plástico, não tem jeito, e isso não tem folga que faça mudar.

Mais tarde vamos jantar com amigos que não vemos faz mais de ano e com quem mal temos nos comunicado por e-mail ou telefone... Resolvi colocar ponto final nisso, porque o tempo passa e não quero ter arrependimentos. Quero recuperar o tempo perdido, feriado também é pra isso, não é?!

Falando nisso... Como a cidade está crescendo vertiginosamente, alguns cidadãos que, como nós, têm negócio próprio, estão aproveitando pra se diferenciarem e fazer o que em outras cidades já é praxe: prestar serviços no feriado. Tem salão de beleza praticamente vazio, porque muita gente saiu da cidade, mas também porque as pessoas não se acostumaram a ter essas facilidades. Tem lugares onde o comércio e os serviços não abrem às segundas-feiras, coisa bem de cidades do interior, não é mesmo?

Claro, ter essas facilidades de funcionamento de tudo e mais um pouco significa mais gente trabalhando nos dias que não consideramos úteis, mas também pode significar mais dinheiro circulando, mais gente contratada, milhares de coisas... Ter as coisas à mão não seria ótimo?

Enquanto isso se decide, vamos curtindo a oportunidade de rever conceitos, de dormir um tantão a mais e tomar café da manhã ao meio-dia, deixar algumas coisas pra depois... feriado é pra isso, afinal de contas!

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