Revolucionando em pequena e média escala

Costumo acreditar muito nas pequenas e médias revoluções, assim como nas de larga escala. Particularmente, tenho procurado mudar positivamente os espaços onde circulo, quando vale a pena mexer nos tais nichos.

Hoje coloquei em ação a lista de pensamentos, reflexões e sugestões sobre várias coisas que me afligem na escola da filhota, tais como incoerência entre a separação de lixo no pátio quando não se faz isso nas salas de aula. Eu sou pentelha mesmo, questiono, fuço quando acredito que tem fundamento.

Quero só ver as respostas que vão dar... Torço pra que sejam positivas!

A verdadeira idade, heheheh!

Facebook tem dessas coisas... quizz sobre a verdadeira idade...

Descobri que tenho a idade (mental?) de 10 anos. Boa desculpa para poder acompanhar meus filhos na inocência, curiosidade, versatilidade, falta de vergonha para demonstrações públicas de afeto, coragem para enfrentar determinados desafios... Também timidez por mim e pelos outros em certas ocasiões...

Isso é ótimo, ter espaço para não ser sempre em cima do salto! Ser eu mesma, ter confiança de que faço escolhas boas pra mim.

E o que pensam de mim, certamente é preocupação alheia, não minha.

Parei pra pensar...

"A educação é algo louvável, porém é sempre bom lembrar, de tempos em tempos, que nada que valha a pena ser aprendido pode ser ensinado."(Oscar Wilde)

Hábito ou fé?


Você tem o hábito de orar com seus filhos?
Já parou pra pensar que isso poderia fazer alguma diferença na vida deles?
Não necessariamente rezar, dizer uma prece decorada, mas ter momentos de relflexão, de análise, contemplação, paz de espírito, enfim... Fazer alongamento, Yoga, brincar ou algo que trabalhe a sensibilidade delas.

Ver desenhos, atiradas com elas é barbada... quem não curte um cartoon ? Mas algo mais profundo, que alimente o relacionamento, às vezes é o que faz grande diferença num dia corrido de mãe de 2 crianças.

Uma das coisas que aprendi com meus amigos Lisi e André foi que é importante orar pelo sono das crianças, no quartinho delas. Pra mim, fez muita diferença. Vejo que pra eles também. Quando digo "Deus te abençôe", eles sorriem, dormindo.

Quando oramos juntas, a Larissa demonstra conseguir apreciar as coisas e ser grata por elas. Isso é tão bacana quando temos uma tv que bombardeia com novidades e com atraentes brinquedos, calçados, visuais que deixam a frase "eu quero" coladas ás crianças...
Perceber que temos saúde, amizades, sonhos, conquistas é uma felicidade. Ver que nas "pequenas" coisas estão o que nos alimenta a alma.

Por isso adorei aquele livro que gosto tanto de ler com a Larissa: O que acontece quando eu falo com Deus? - Fala em gratidão, em bênção, em conexão com algo divino, com algo superior e amoroso.

Fique, então, com esta bênção:

"Que a estrada se abra à sua frente

Que o vento sopre levemente as suas costas

Que o sol brilhe morno e suave em sua face

Que a chuva caia de mansinho em seus campos

E, até que nos encontremos de novo

Que Deus lhe guarde na palma de suas mãos"

(Prece irlandesa)

FDS TDB

Nesse fds voltamos a fazer programinhas em família, como quando a Lalá era menor. Agora, com o Caio com 9 meses, parece que fica menos com cara de mudança, de carregar o mundo nas costas, quando saímos, heheheh! Foi tão bommmmm!!!

No sábado fomos conhecer a casa da Penélope, colega de escola da Larissa. Também foram outras 2 famílias de colegas e mesmo com chuva e granizo, a alegria foi imensa por estarmos juntos. Por conhecermos melhor aquelas pessoas com quem conversamos na entrada e saída da escola, por ver que as crianças se curtem e que temos valores parecidos, além daquela troca de experiências "básica" em que descobrimos que somos todas anormais... Aqueles comentários entre risos "ai, ainda bem, não sou só eu que grito quando não agüento mais a gritaria das crianças", ou que alguma idéia que parece tão banal funciona superbem no dia a dia! Isso dá sensação de comunidade.

Nós, as mães que tentamos ser modernas, atualizadas, participativas, mulheres em cima do salto e também de pés descalços na areia com as crianças estamos sempre com a sensação de queo terreno em que pisamos tem por baixo uma areia movediça. Quando parece que estamos cheias de nós mesmas e podemos seguir em frente, pronto: lá vêm os filhos mostrar que nossas teorias são furadas, nos desafiando a sermos criativas e "nos virarmos nos 30".

Fico pensando que a minha avó não deveria ter essas mesmas preocupações. Ou, então, não tinha com quem partilhar. Eram 4 filhos, armazém, marido exigente e a preocupação com a casa ser cuidada exclusivamente por ela, além de ser ela quem fazia serviço bancário, RP da família... AH, acho que ela também deveria ter nó nas idéias de vez em quando, então...

Bom, voltando o fds tdb, no domingo fomos conhecer a Oktoberfest de Igrejinha (RS), que estava em seu último dia. Incrível como uma comunidade consegue se organizar - voluntariamente - e realizar algo em prol do bem de todos, tão bonito, tão divertido, há 23 anos!

Nossos pequenos pareciam nativos, bem loirinhos, no meio desse povo de descendência alemã e italiana. Pareciam também extasiados com a música, as roupas típicas, o parque, a decoração... Tanto quanto nós, adultos.

Tivemos um baita anfitrião, o amigo Márcio Pires, que nos levou para conhecer pontos lindos da cidade, como os morros, o restaurante TOPPO GIGIO, na estrada.... muito bom!

Agora, pausa pra amamentar...

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